sexta-feira, 12 de junho de 2020

Bolsonaro apoia busca e apreensão na casa de Joice e mais doze parlamentares

No Brasil está acontecendo a CPMI das Fake News que vem colhendo diversos depoimentos desde o ano de 2019.
Imagem: Reprodução do Facebook do presidente

O presidente Bolsonaro em live feita toda quinta, falou sobre operações da PF e disse algo interessante. "Espero que saiu na mídia até agora, áudios da Joice, são ela, não precisa comprovar, façam uma busca e apreensão na casa dela e outros doze parlamentares do PSL que deram depoimentos na CPI das Fake News serviram para embasar inquérito do Alexandre de Moraes", falou Bolsonaro. Assista live completa na página Brasil Contra Corrupção no Facebook:


Leia outros trechos. Bolsonaro "fica preocupado" com ação de cassar chapa. Vai vetar para não quebrar o Brasil segundo ele mais duas parcelas de R$ 600 do auxílio. Covid-19 mata mais em 3 meses do que trânsito em todo 2019 no Brasil que teve 40.721 mortes. Foram 39.776 mortes por homicídios dolosos em 2019. "Ação proposta pelo PT, pelo Boulos e pela Marina visando impugnação da chapa Bolsonaro Mourão. Em setembro de 2018 tinha uma página Mulheres contra Bolsonaro, ai hackers entraram lá e teriam transformado a página em Mulheres com Bolsonaro, de contra passou a com, em função disso estes três partidos entraram na Justiça visando impugnar a chapa, por ao mudar a página de contra Bolsonaro para com Bolsonaro interferiu nos 57 milhões de votos que eu tive no segundo turno, é brincadeira né? mas tudo bem, vamos lá, o TSE começou julgar", disse Bolsonaro.


"É uma tentativa desses desses partidos querendo decidir no tapetão, logicamente que a gente fica preocupado mas não tem cabimento prosperar uma ação nesse sentido, isso não existe", disse Bolsonaro.

"Com todo respeito ao TSE que tem obrigação de apurar as coisas mas no meu entender deveria ser arquivado de ofício essa questão ai, nem levar para frente", disse.

"Agora os três a dois que votaram pela continuidade então quer dizer que caso descubra lá que iriam votar pela cassação da chapa, se bem que eu vi um Ministro dizendo pelo menos, dizendo se descobrisse qualquer ligação desse hacker comigo seria passível de cassação da chapa", disse
Bolsonaro.

Navio da Caixa e INSS com Damares que vai fazer ações sociais, doar sextas básicas doadas pelo Carrefour, investimentos contra o coronavírus.

"A OMS para mim perdeu a credibilidade", disse Bolsonaro citando Trump que saiu da OMS.
Dados divulgado depois não teria manchete no Jornal Nacional, TV funerária.

"Falaram que queríamos esconder números, nos compararam a Venezuela, Coreia do Norte, ninguém quer esconder numero", disse Bolsonaro.

"Tem que falar quantos morreram no dia, a carga de antes tem que ser diluída nos dias anteriores", disse.

"Números têm que ser mais próximos da realidade possível, se não o real. Tem que saber o que está acontecendo", citando Mandetta com enfase em mortes nas últimas 24 horas e não ocorridas que geravam números fictícios segundo Bolsonaro.

"Estamos investigando, tem muito dado que chega, a população reclama, uma pessoa com problema de saúde entrou em óbito, os familiares não sabiam do vírus e aparece no óbito como covid-19. Não sei o que acontece, quem quer ganhar com isso, só pode ser ganho politico e culpar o governo federal", disse Bolsonaro sobre falsificação de atestados de óbitos.

"Uma coisa está errada. Levando a população de forma ponderada, estado como São Paulo, que fez quase lockdown, fechou tudo, até minha Eldorado Paulista, fechou quase tudo. E o número de óbitos por milhão de habitantes é muito maior que Minas Gerais, que fechou bem menos. Se a lógica é fechar e menos óbitos, isso não está funcionando. Os números foram inflados ou outra coisa. Isso tem que ser explicado", disse Bolsonaro sem comprovar.

Cinco deputados de São Paulo na semana passada tinham invadido instalações do hospital de campanha do Anhembi, o que não é recomendado por muitos motivos.

"(Se) Tem hospital de campanha perto de você, hospital público, arranja uma maneira de entrar e filmar. Muita gente está fazendo isso e mais gente tem que fazer para mostrar se os leitos estão ocupados ou não. Se os gastos são compatíveis ou não. Isso nos ajuda" , falou Bolsonaro.

Oficialmente são mais de 41 mil mortes, o que aumentaria se tivessem testado muito mais pessoas.
Estariam também colocando atestados de óbito incluem coronavírus como causa da morte mas que teriam morrido por outros motivos.

"Tem um ganho político dos caras. Só pode ser isso. Aproveitando as pessoas que falecem para ter um ganho político. E para culpar o governo federal", disse.

"Pode ser que eu esteja equivocado, mas, na totalidade ou em grande parte, ninguém perdeu a vida por falta respirador ou de UTI", falou.

"A terceira parcela do socorro emergencial de R$ 600 atinge, aproximadamente, 50 milhões pessoas e a conta é maior que R$ 30 bilhões. Mas deve chegar, nos três meses, a R$ 150 bilhões", falou Bolsonaro.
"Não se pode gastar mais, gostaria de gastar, mas se endividar muito, a gente extrapola a capacidade de endividamento. Se não tivermos cuidado, a Selic pode subir, volta ser o país dos rentistas, vira o paraíso da agiotagem legalizada e cada vez mais o que nós temos de riqueza vai para pagar juros das dívidas. Se o Brasil quebrar, a gente não tem para ninguém. A gente tem que ter responsabilidade. Se a Câmara passar para R$ 400, R$ 500 ou voltar para R$ 600, qual vai ser a minha atitude para que o Brasil não quebre? Se pagar mais duas de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável é o veto", alertou.

"Se o Trump falou isso mesmo, realmente a política é dos governadores e prefeitos, a responsabilidade é deles. A nossa foi recurso. A gente deve chegar ao total do gasto disso tudo. Não é apenas a saúde, é rolagem de dívidas, socorro a estados e municípios", afirmou o mandatário brasileiro.

"Vai ter mais operação da PF, a não ser que siga orientação da OMS e fique em casa", disse Bolsonaro.

Lei de fake news não serviria para atingir este processo do Bolsonaro.

"A pandemia ela realmente leva embora do nosso meio aqueles que são mais sensíveis, mais idosos, tem mais doenças", falou Bolsonaro.

"A participação popular, as pressões, os comentários, os memes, fazem parte dos ritos democráticos, o que os caras me chamam ai de Bozo, se acha que eu vou dar bola para quem me chama de Bozo? Inclusive o Bozo original já deve ter mais de 70 anos, zero cabelo pra ele né, careca ele fez um vídeo de 30 minutos falando que tinha orgulho que tinha do pessoal me chamar disso, eu não vou dar bola para isso. Obviamente você tem que tratar qualquer autoridade com o devido respeito e sabemos que o desrespeito existe também dentro da atividade das redes sociais mas não é por causa disso que eu vô querer falar 'olha, vamos arranjar um projeto de lei, para aprovar, tomar uma decisão qualquer, pra que essa pessoa venha ser presa, tenha sua casa invadida um dia por causa disso, né, as minhas mídias sociais, meu Facebook, eu opero basicamente o Facebook, quando tem algo muito ofensivo ali, o cara fala besteira, eu bloqueio uns 40 por dia, fico ai em média ali de noite na internet, duas horas e meia por dia eu já faço o meu trabalho e eu basicamente opero o Facebook e o cara que baixa o nível (comentando) eu bloqueio, vai quem quer na minha página e quem eu não quiser também eu mando pro espaço. Eu não faço brincadeira ali pois o pessoal pensa que estou de maldade, as vezes tem uma dou uma (resposta) no cara ali, ele merece também né, printo logo em seguida, tá certo para evitar o cara alterar o comentário e fala que minha resposta tá ali, maldosa, então como é que pode eleitor, tratar ali dessa maneira", falou Bolsonaro.

Falou sobre veto ao uso de máscara e que não liga se o chamarem de Bozô na live que faz todas semanas na quinta, dia 12/06/2020.


Por Brasil Contra Corrupção que está desde 2013 na internet 













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