sexta-feira, 19 de junho de 2020

Bolsonaro sobre auxílio emergencial: "Milhões de pessoas estão em análise, feita praticamente de forma manual"

Bolsonaro sobre auxílio emergencial: "Milhões de pessoas estão em análise, feita praticamente de forma manual"
Imagem: Reprodução Facebook
A pandemia global de coronavírus afetou todo planeta Terra e em cada lugar seus governos agiram para diminuir os efeitos colaterais. No Brasil foram aprovados 3 parcelas de R$ 600,00 onde já existem pessoas que vão receber a terceira mas tem muitos casos  que até hoje não conseguiram a primeira, estamos perto de 1 milhão de pessoas infectadas por coronavírus no Brasil, perto de passar a triste marca de 50 mil pessoas mortas e o problema de não conseguir o auxílio continua, por vários motivos. Na live desta semana de quinta o presidente confirmou que muitos benefícios ainda estão sendo analisados. Assista abaixo e leia o que Bolsonaro falou:



Falou sobre economia e desemprego, lamentou mortes e que seu governo fez várias medidas. 8:00 em diante. "Nós descobrimos aqui o que chamamos de invisíveis, aquelas pessoas que ninguém sabia que existia, num primeiro momento tínhamos 38 milhões de informais e descobrimos que esse número de informais ou chamamos de invisíveis tá na casa de 50 milhões de pessoas, um número enorme, nós aqui a cada pagamento emergencial que varia de R$ 600,00 a R$ 1200 reais, algumas categorias tem direito ao dobro e que vale, o Brasil gasta, você que gasta né você que paga imposto, não sou eu,
aproximadamente R$ 50 bilhões de reais por mês, então cada pagamento do auxílio emergencial são R$ 50 bilhões de reais que nós gastamos, vale lembrar que um ano de Bolsa Família tá na casa de R$ 35 bilhões, então as 13 prestações do Bolsa Família são menores que uma só prestação de um mês
do auxílio emergencial", disse Bolsonaro.

"Tem alguns outros milhões de pessoas que estão em análise, uns tem direito outros não tem
e essa análise é feita praticamente de forma manual, então estamos trabalhando nesse sentido",
disse Bolsonaro.

"Esses pagamentos são justos e nós queremos ajudar sim essas pessoas", falou Bolsonaro.

"Pretendemos ter a quarta e quinta parcela também, alguns acham que tem que ser R$ 600 reais tudo bem mas o nosso endividamento é enorme, o dia de ontem ainda baixamos a taxa SELIC", falou Bolsonaro.

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O ex-assessor de Flavio Bolsonaro foi preso. De manhã o presidente passou direto pelo cercadinho sem falar com apoiadores como de costume e na live semanal de quinta ele iniciou falando sobre o assunto.  "Não sou advogado do Queiroz e não estou envolvido esse processo. Queiroz não estava foragido e não havia nenhum mandado de prisão contra ele. E foi feita uma prisão espetaculosa. Já deve estar no Rio de Janeiro, deve estar sendo assistido por seu advogado, e que a Justiça siga o seu caminho. Mas parecia que estavam prendendo o maior bandido da face da Terra", disse Bolsonaro.

"Tranquilamente, se tivesse pedido ao advogado, creio eu, o comparecimento dele a qualquer local, ele teria comparecido. Por que estava naquela região de São Paulo? Porque é perto do hospital de onde faz tratamento de câncer", falou Bolsonaro.

"E também dizia que eu fui avisado de manhã pelo sistema de inteligência particular meu, o meu sistema particular que tenho falado são amigos que eu tenho pelo Brasil todo que trocam informações comigo sobre os mais variados assuntos em especial os que interessam o nosso Brasil. Então fake news, disse Bolsonaro.


"A minha casa em Bento Ribeiro que estava fechada, a pessoa que toma conta lá, limpa, etc, inclusive quando pode deve dormir lá também, não foi a minha casa por sofrer busca e apreensão por parte da Polícia Civil do Rio e Ministério Público Estadual, não tem nada de Federal e eu não respondo pelo que sei nenhum filho meu responde qualquer processo na Justiça Federal ou perante a Polícia Federal ", disse Bolsonaro.

"Lançamos ontem o Plano Safra, 2020/2021. Todo e qualquer país no mundo tem como objetivo permanente a sua segurança alimentar, num país muita coisa que falte você tem como contornar mas quando falta comida complica a situação. Então o mundo todo, todos os países do mundo buscam sua garantia alimentar, vamos assim dizer. E o Brasil produz alimentos para aproximadamente 1 bilhão de pessoas. Então nós somos um gigante na exportação de alimentos para o mundo. E o mundo todo quer diversificar os países que buscam alimentos. Assim foi uma saída na região do mundo Árabe, região do Japão, Coreia do Sul, outros países também que visitamos, todos países querem negócios conosco então somos uma potência na questão dos commodities, o agro negócio em especial e a Teresa Cristina, nossa ministra é uma gigante nessa área, são acordos muito bons que firmamos no passado e obviamente o interesse também da economia investir no agro negócio nosso é muito grande, o retorno praticamente garantido, o mundo não deixa de se alimentar e o mundo cresce aproximadamente por ano mais de 60 milhões de habitantes então é sempre uma busca crescente de alimentos, então se eu não me engano o mundo está chegando na casa de 8 bilhões de habitantes, então um espaço de mais ou menos 15 anos o mundo tem crescido na razão de 1 bilhão de habitantes. Então é um número assustador e a indústria de alimentos, agro pecuária é visada no mundo todo", disse Bolsonaro.



Mais sobre o auxílio emergencial abaixo.


PT quer R$ 600 por 1 ano (12 meses de R$ 600,00 cada mês) e Bolsonaro diz que "Brasil quebra" sobre mais duas de R$ 600,00

Imagem: Reprodução do Facebook. Montagem da Brasil Contra Corrupção

O PT e Bolsonaro tem diferentes opiniões sobre o auxílio emergencial. O Governo Federal quer mais duas parcelas de R$ 300,00 e disse que vai vetar se for aprovado de R$ 600,00. Já o PT quer o auxílio por mais 1 ano e com valor de R$ 600,00 por mês.

Leia ou assista o que o presidente falou em live e o que o PT quer.

"A terceira parcela do socorro emergencial de R$ 600 atinge, aproximadamente, 50 milhões pessoas e a conta é maior que R$ 30 bilhões. Mas deve chegar, nos três meses, a R$ 150 bilhões", falou Bolsonaro.
"Não se pode gastar mais, gostaria de gastar, mas se endividar muito, a gente extrapola a capacidade de endividamento. Se não tivermos cuidado, a Selic pode subir, volta ser o país dos rentistas, vira o paraíso da agiotagem legalizada e cada vez mais o que nós temos de riqueza vai para pagar juros das dívidas. Se o Brasil quebrar, a gente não tem para ninguém. A gente tem que ter responsabilidade. Se a Câmara passar para R$ 400, R$ 500 ou voltar para R$ 600, qual vai ser a minha atitude para que o Brasil não quebre? Se pagar mais duas de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável é o veto", alertou Bolsonaro.



Já o PT quer R$ 600,00 por um ano. Leia ou assista o vídeo abaixo.

"Sabemos que essa pandemia essa crise na saúde terá efeitos graves na economia e o país não se recuperará e nem dará empregos a todos que precisam pelo menos no prazo de um ano para frente da crise. Por isso é importante garantirmos uma renda básica para que as pessoas possam sobreviver até economia brasileira se reestruturar, e ela não se reestruturará com Bolsonaro na presidência", disse Gleisi Hoffmann.









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