domingo, 21 de junho de 2020

"Família Bolsonaro era envolvida em corrupção, coisa que ele dizia combater com veemência, é uma tragédia", disse Gleisi Hoffmann

"Família Bolsonaro era envolvida em corrupção, coisa que ele dizia combater com veemência, é uma tragédia", disse Gleisi Hoffmann
Imagem: Reprodução Facebook

A ex-senadora e atual Deputada Federal, Gleisi Hoffmann, do PT, apoia prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600,00 por 1 ano, Bolsonaro falou que mais duas parcelas o Brasil quebra, postou em seu Facebook oficial o vídeo "Queiroz, a corrupção e as mentiras de Bolsonaro" onde falou sobre estes temas. "Lembram da campanha eleitoral de 2018, não é mesmo? Bolsonaro tinha poucas propostas mas uma coisa que ele insistia muito era no combate à corrupção. Ele disse que ia acabar com a corrupção no Brasil, que ele defendia a moralidade", disse Gleisi.

"Reação de Bolsonaro a tudo isso? Ficou irritadíssimo, disse que a prisão foi espetaculosa, que foi para persegui-lo, engraçado né gente, quando era contra o PT, contra Lula, tava tudo certo, ele ia pra praça pública, aplaudia as operações conduzidas por Sérgio Moro que virou seu Ministro da Justiça", falou Gleisi.

"O simples fato dessas informações terem vindo a tona do Queiroz ter sido preso já evidenciam que a família Bolsonaro era envolvida em corrupção, coisa que ele dizia, Bolsonaro, combater com veemência, é uma tragédia pro Brasil termos este homem governando o país", disse Gleisi.

"Nós queremos tirar o Brasil do enrosco que ele tá, pra isso temos que tirar Bolsonaro da presidência. Não é possível um homem inconsequente, incompetente, incapaz,  continuar governando o Brasil. Bolsonaro não protege o povo brasileiro, não cuida do país, deixou milhares morrer e milhões estão infectados pelo vírus", falou.

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"Bolsonaro não pode continuar presidente, ele não tem capacidade se quer humana para governar este país. Por isso nós estamos defendendo o impeachment do Bolsonaro, são mais de 40 pedidos que estão na Câmara dos Deputados.

"Família Bolsonaro era envolvida em corrupção, coisa que ele dizia combater com veemência, é uma tragédia", disse Gleisi Hoffmann do PT que defende prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600,00 por 1 ano, Bolsonaro falou que mais duas parcelas o Brasil quebra.



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Imagem: Reprodução do Facebook. Montagem da Brasil Contra Corrupção

O PT e Bolsonaro tem diferentes opiniões sobre o auxílio emergencial. O Governo Federal
quer mais duas parcelas de R$ 300,00 e disse que vai vetar se for aprovado de R$ 600,00. Já o PT quer o auxílio por mais 1 ano e com valor de R$ 600,00 por mês.

Leia ou assista o que o presidente falou em live e o que o PT quer.

"A terceira parcela do socorro emergencial de R$ 600 atinge, aproximadamente, 50 milhões pessoas e a conta é maior que R$ 30 bilhões. Mas deve chegar, nos três meses, a R$ 150 bilhões", falou Bolsonaro.
"Não se pode gastar mais, gostaria de gastar, mas se endividar muito, a gente extrapola a capacidade de endividamento. Se não tivermos cuidado, a Selic pode subir, volta ser o país dos rentistas, vira o paraíso da agiotagem legalizada e cada vez mais o que nós temos de riqueza vai para pagar juros das dívidas. Se o Brasil quebrar, a gente não tem para ninguém. A gente tem que ter responsabilidade. Se a Câmara passar para R$ 400, R$ 500 ou voltar para R$ 600, qual vai ser a minha atitude para que o Brasil não quebre? Se pagar mais duas de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável é o veto", alertou Bolsonaro.



Já o PT quer R$ 600,00 por um ano. Leia ou assista o vídeo abaixo.

"Sabemos que essa pandemia essa crise na saúde terá efeitos graves na economia e o país não se recuperará e nem dará empregos a todos que precisam pelo menos no prazo de um ano para frente da crise. Por isso é importante garantirmos uma renda básica para que as pessoas possam sobreviver até economia brasileira se reestruturar, e ela não se reestruturará com Bolsonaro na presidência", disse Gleisi Hoffmann.





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Por Brasil Contra Corrupção que desde 2013 publica na internet











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