quinta-feira, 30 de julho de 2020

Deltan Dallagnol: "A ilação de que há 'caixas de segredos' no trabalho dos procuradores da República é falsa, assim como a alegação de que haveria milhares de documentos ocultos"

Deltan Dallagnol: "A ilação de que há 'caixas de segredos' no trabalho dos procuradores
da República é falsa, assim como a alegação de que haveria milhares de documentos ocultos"
Imagem: Reprodução Facebook

O Procurador da República e coordenador da Lava Jato em Curitiba que já falou em outra oportunidade que é preciso defender o legado da Lava Jato publicou após o chefe do Ministério Público fazer críticas contra a operação Lava Jato dizendo que 'não vamos aceitar' muitas coisas e que também era necessário corrigir os rumos, entre outras. Escolhido fora da lista tríplice, Augusto Aras foi indicado por Bolsonaro e falou isso em live onde o PT também participava. Vem Pra Rua Brasil, MBL, Moro, entre outros meios, criticaram o chefe do MP e apoiam a Lava Jato.

"A ilação de que há “caixas de segredos” no trabalho dos procuradores da República é falsa, assim como a alegação de que haveria milhares de documentos ocultos. Não há na força-tarefa documentos secretos ou insindicáveis das Corregedorias. Os documentos estão registrados nos sistemas eletrônicos da Justiça Federal ou do Ministério Público Federal e podem ser acessados em correições ordinárias e extraordinárias. As investigações e processos são ainda avaliados pelas Corregedorias e pelo Poder Judiciário, pelos advogados de investigados e réus e pela sociedade", disse Deltan Dallagnol no Facebook.


"A Lava Jato pode acabar tendo o mesmo destino que a sua prima mais velha italiana. Porém, não precisa ser assim, porque com isso se iriam também muitas das esperanças de um país melhor.

Diz-se que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Esperemos que o ditado popular se cumpra desta vez e que o destino da operação brasileira seja diferente. Portanto, é preciso que mais vozes se levantem em defesa da Lava Jato e de seu grande legado, para que a sociedade possa renovar seu esforço da luta contra a corrupção", falou Dallagnol em outra publicação.



Por Brasil Contra Corrupção que desde 2013 no auge dos protestos atua na internet



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